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A-fã

  Como o verbo é importante. Sem ele o sujeito fica inerte, sem ação, sem sentido. E como fica melhor quando se permite a licença poética de conectar um ao outro, criando uma síntese na complexidade. Esse novo é tão esplêndido de reciprocidade que se encolhe na grandeza de ser sentimento, o sentido de um todo em apenas uma palavra. É o minimalismo ressignificando o que se necessita, o necessário. Com tantos sujeitos a verbos torpes, com predicados e complementos sem noção, objetivamente deveriam ser ocultos e ocultados em suas ações. Já, por outro lado, ainda se pode verbalizar poetizando outros tantos pelas ações que escrevem e os descrevem eternizados.  Assim, vejo atualmente, com admiração, alguns desses sujeitos, sujeitos e destinados a serem brilhantes. Essa admiração atua entre extraordinários movimentos de ação, entre câmeras, protagonizam cenas que me inspiram a renovar velhos cenários ordinários, elevando meus sentimentos de esperança, lapidando sonhos cinematográfico...

Para: Papai Noel

Escrevi uma cartinha para o Papai Noel: Querido Papai Noel Gostaria de receber um presente que pudesse renovar e redobrar minha fé, esperança e energia, para que eu possa realizar todos os meus sonhos, repletos de coisas boas. Também, se possível, queria conseguir ganhar umas "pilas”, em dobro, para poder ajudar a realizar alguns desses desejos.    Desde já, agradeço por esses presentes tão especiais. Vejam o que recebi: Talvez o "bom velhinho" esteja um pouco confuso e cansado. Acho que ninguém ainda se deu conta que ele também precisa de alguns presentinhos, como um descanso merecido para renovar as energias. Obrigada mesmo assim, querido Papai Noel. Não é fácil essa lida tão mal lida do Natal. Vou dividir as "pilas" com ele e colocar as "DuraCéus" no meu despertador, para que façam durar muito mais o acordar todos os dias dos meus velhos e novos sonhos.